Hasta la Vista: As Várias Versões do Windows 7

Hasta la Vista: As Várias Versões do Windows 7

Jul 31

Esta semana, Walter S. Mossberg, colunista do The Wall Street Journal, passou pelo tedioso processo de migrar do Windows XP para a nova versão 7 que será lançada em outubro.

Ele nos conta de algumas coisas que devem ser consideradas para fazer a transição ao novo sistema operativo.

Se você está usando Windows Vista, o upgrade é muito mais simples, já que o precesso é direto, salvando seus documentos pessoais, especificações e programas. Mesmo com uma transição mais tranquila, temos que ter em conta que esse upgrade requer escolhas e limitações que podem ser confusas para o usuário comum.

O Windows 7 não requer tanto hardware como a versão anterior, deve funcionar bem em qualquer computador que tenha o Vista instalado ou nos últimos modelos de computadores rodando XP. De fato, essa nova versão exige um pouco menos que o Vista.

No entanto, como o Vista, o Windows 7 será vendido em uma multitude de edições e decidir qual delas você deve comprar pode ser um tanto confusa, pois teremos que escolher entre 6 versões, apesar de que uma delas está reservada para países que a Microsoft chama de “mercados emergentes”. Dos 5 restantes, um deles é para grandes empresas. Outra é uma versão simples chamada Starter e não pode ser instalado como um upgrade direto, segundo a Microsoft.

A maioria dos consumidores provavelmente escolherão Windows 7 Home Premium, que custará nos EUA $120 para fazer o upgrade e que possue todas as chaves funções do Windows. O nível por em cima desse é chamado Professional, que contêm alguns extras que podem ser úteis para consumidores que trabalhem em grandes companhias ou usem programas velhos ou especializados. Mais importante que isso, a versão Professional, ao contrário que a “Home Premium”, pode entrar em redes remotas usando um sistema chamado Domain Joining. Além de poder rodar programas antigos da versão XP que não funcionariam normalmente no Windows 7. A versão Professional custa $200 para fazer o upgrade. Uma outra opção será chamada Ultimate que combina todas as funções das outras edições mas custa $100 mais que a Home Premium.

Existem certas limitações que os atuais computadores rodando Vista devem encontrar. Em geral, você só poderá migrar para a versão compatível entre o Vista e a versão 7. Quem tem Vista Home Premium só poderá fazer o upgrade para Windows 7 Home Premium, Vista Business para Windows 7 Professional. Essa regra tem duas exeções: você poderá fazer o upgrade para Windows 7 Ultimate de qualquer versão do Vista, menos a Starter, só pagando mais. E da versão Vista Home Basic se pode migrar para Windows 7 Home Premium.

Qualquer das 3 verões mais comuns do Windows 7 poderá ser rodado em computadores como da Apple Macintosh usando programas como Fusion e Parallels, no entanto, as regras para o upgrade continuam valendo.

Depois que você instalou o Windows 7 você pode mudar para uma versão superior, do Home Premium para Professional com um mínimo de esforço extra e um pouco mais de dinheiro usando um programa da Microsoft chamado Windows Anytime Upgrade, que libera as funções da versão Professional que já estará instalado no seu computador, mas ocultas. O mesmo se pode fazer migrando para versão Ultimate.

Mais uma complicação, para cada uma das 3 principais versões do Windows 7 existem na verdade 2 versões. Uma criada para PCs com processadores standard, com processadores de 32-bits, e a outra é para novos PCs com processadores de 64-bits. A versão de 32-bits só reconhece 3 Gb de memória, mas a de 64-bits pode usar muito, muito mais. Para a maior parte dos consumidores 3 Gb é mais do que suficiente, mas com 64-bits roda mais rápido quando se tem vários programas abertos ao mesmo tempo ou quando, por exemplo, esteja rodando vídeos em alta resolução.

O problema é que você nñao poderá fazer o upgrade direto do Windows Vista 32-bits para Windows 7 64-bits, ou vice-versa, adicionando mais uma capa de complexidade para a migração.

Para saber mais sobre as diferentes versões do Windows 7 click aqui.

Para ver o artigo original de Walter S. Mosberg, click aqui.

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